O pior é a maldita consciência

Você poderá por tudo a perder, numa versão revisada e ampliada de si, numa fome de tudo. Por trás de todo o endurecimento, aperto e rigidez do coração, há sempre o medo, o medo. Há um ponto fraco! De você não poder suportar o que está sentindo em um amor, pegou minhas asas.

O próprio mal-estar sobre as circunstâncias, transformando diferenças em desigualdades emergiu dando ouvidos às histórias que contamos para nós mesmas incansavelmente. Escolher estar presente e acordada numa espera de que a ideia mude por si mesma, apenas porque sabe o que todo mundo sabe e se apropriara do que fizera antes tornando-a natural.

O que foi um erro fora simplesmente silenciado –  ligamentos e tendões rompidos num horror que só o distanciamento nos permitira perceber. A produção dessa deformação começara na infância e a maneira instável de locomoção, um pouco curvada, cambaleante e dolorida  foram construídos como socialmente atraentes. Sem a perspectiva de minimizar o sentido intimidando uma alternativa, não tem jeito, corpo e mente passam a se distanciar lentamente. E o pior nem é isso, o pior é a maldita consciência. Ser forte o suficiente para que a fase mais densa e cinza passe.

A verdade é que eu nunca relaxo.

Fotor0723133214

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