Sobre a fragilidade da bondade de nossos corações.

Morrendo Segredos

Teve uma vez quando criança, era aula de educação física e trocávamos de roupa ali mesmo na sala, escola pública que era. Era pra eu ter colocado o short embaixo da calça e assim pensando a tirei, na frente de todos os colegas. E estava de calcinha amarela e um menino riu. Não consigo esquecer isso, primeira vez que morria. De lá pra cá, morri várias vezes mais. As peculiaridades do caráter de pessoas aparentemente invisíveis deveriam ser compreendidas como importantes. Pois procuramos a desconstrução. A gente lembra, a gente cultiva saudade. Os copos que apareciam na foto davam a impressão que era uma pessoa organizada. Relativamente, mas dá a sensação de que ali haveria algo mais. Quem sabe outra pequena morte daquelas de darem vergonha nas bochechas e não nos deixarem esquecer. São arranjos que, de uma forma ou de outra, bloqueavam a importância da vida cotidiana. Conte-me dez coisas em que eu possa…

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