Com o coração cheio de napalm, atolada no elevador com onze onde caberiam seis. Você não reúne as pessoas em um elevador, porque os elevadores não são tão agradáveis ​​e as pessoas não conversam neles tão facilmente. 

Aqueles que a despeito disso, os situacionistas que procuram a qualquer custo alguma esperança, poderiam responder a pergunta “O que é ser revolucionário?” de maneiras diferentes em momentos diferentes. Com as respostas, se deixar, a gente perde até a vontade de propósito na vida. Não é assim que eu vejo. Há de se ter inconformismo no café da manhã, um pensamento conceito por trás de cada imagem.

Eu tirei aquela foto!

Chamaríamos de descansar sobre os próprios louros e não acho que deveríamos agir assim. Se formos rápidas chegaremos em casa mais cedo. 

Eu estava em pedaços. Não cansada, em pedaços. Nem todos acabam segurando firme em uma tira de couro desgastada, lutando para respirar, para tomar um pouco de ar. Lembro de enquanto ia para lá pisar no freio abruptamente. Quase um acidente.

Se não fosse importante, eu não teria ligado no domingo. Eu não teria ligado. Sempre fui uma estudante para todo o sempre, sou esse tipo de pessoa, do vir a ser. Nem sempre a que você conhece. Portanto, as imagens são 100% gráficas e 100% filmáticas.

Você deseja criar uma atmosfera de conforto para a pessoa. Para si também. 

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