Não damos nascimentos de liberdade

A intenção era dar um nascimento elevado aos pensamentos, mas um pressentimento me dizia que os pensares exigem uma linearidade que é difícil. A verdade é encontrada na vida. Difícil transcrever os fatos, as coisas que vivi , entre todos os sentimentos possíveis, sem ficar absolutamente confusa. E se recortarmos, e isolarmos-os, veremos naqueles seres livres que eles não são a verdade absoluta. O sistema acusatório de crimes é dividido em três: o que é dito, o que é feito, o que é pensado. O problema que surge é gigante (ainda adormecido)  e o que fica claro quando a gente para pra pensar é que protagonizaram o episódio de forma abusiva – uns em relação aos outros. Difícil foi aceitar que cada desejo quando transformado em ato, pode trazer infelicidade e que o contentamento é impossível.

Olhamos as pessoas e as aprisionamos com nossos olhares e vontades, o conhecimento que possuímos não é verdade última e imutável.  Constata-se nesses pensamentos, sem julgá-los, a necessidade de predomínio exercido sobre outros.  Praticando o desligamento de pontos de vista sedimentados –  a fim de estar aberto a receber outros –  para que cada vez mais nos cansemos de chegar repetidas vezes à frustração.

Nós vemos que nossas relações podem ser completamente diferentes.

Houve celebração.

Fotor0620130336

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