Um estopim detona a explosão

De onde veio esse sentimento ruim, esse fel?  O descontentamento enorme esparrama. Não é fácil localizar a fonte, o cerne. Surgiu dos atos agidos, dos atos desejados, dos atos ainda nem agidos? A irritação não resolverá problema algum – esse vácuo vai acumulando forças que não têm por onde se resolver, ainda que o problema exista, o caminho tomado é onde a desmoralização acontece. A desmoralização é um desnude incômodo, é se tornar pecador. A sensação de invasão é incômoda e desleal. O que foi dito e pensado era também desleal? Sim, por certo. Ainda que não em atos?  Os atos foram questionados, os atos tentaram ser – outra coisa. Foram contaminados e foram feios. Muita proposta generalista substituindo nossa vontade inicial. Um estopim detona a explosão e a(s) verdade(s) aparece. A minha verdade, a sua verdade e A verdade – como dizia aquele sábio sem cabelos.

 

Acaba que  torna você sensível às necessidades dos outros, nesse  processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo. Em termos do relacionamento entre o que perdoa e o que há pra ser perdoado. É o esquecimento completo das ofensas de modo sincero e generoso. Tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. A gente se apega às memórias que não mudam como as pessoas podem mudar. O movimento sente-se em sintonia com a primavera, ainda que pousando no inverno.

 

Toda nudez será castigada e eu não sei se quero ser perdoada…

 

Fotor0619123135

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