Das minhas vulnerabilidades…

E eu queria me sentir bonita de novo (a beleza é a promessa de felicidade) que sempre se perde. Ter o coração como uma caixinha de música. Os intestinos. Não encontra grande resistência no outro e nem em si, o que acaba por acontecer. Quando angustiada já deixaria de existir, o que não foi suficiente para blindar seu corpo.

Em minutos sobre seus sentimentos e pensamentos – sobre segundos.

Expõe emoções fraturadas num cansaço nos sete corpos existenciais. Surge uma alegria nos toques, com grande interesse nos benefícios práticos em uma persistente companhia! Um exercício diário de libertação dessa ilusão que é feita num arranjo injusto e intenso. A consciência interna é limitada para o conflito interior das emoções humanas. Que ainda são vigor.

Para as habilidades sociais transparecia a impaciência e aquela inabilidade de listar, separar, classificar o que sente, digerir o que fosse preciso, relapsa de si mesma que estava. Um furor selvagem costuma ser quase inevitável, ainda que seja coberta pelo manto da busca pela verdade.

Em uma tentativa de fugir da vulgaridade do gesto, desejo.

E desejo sol. Nas costas.

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