Ainda não viu nada, mas imaginou um tanto.

A vontade de uma relação positiva da sua alma com o seu corpo, elevou o tipo de composição que a moveu e a fez chegar até aqui, tomando muitos riscos. (E eles não mostram sinais de abrandamento). Os céus favorecem a pensar na inutilidade do sofrimento, enquanto a mente branca fecunda de consciência, da personalidade e do astral pessoal. Caminha em curvas, (pensa em curas) não em linhas. Sente vertigens, como se estivesse ébria. Porque seus sentimentos estão ligados a coisas que são, por natureza, mutáveis. Sobre os detalhes de sua própria vida, terminar a caminhada e sentir-se completamente renovada, sentia-se desajeitada ainda nisso. Os discos no porta malas do carro podem derreter nesse calor, fugiria dos seus propósitos. Choques térmicos estouram lanternas, desanimam o pensamento. Tenta se levar a sério enquanto procura por cigarros naquele centro da cidade em um domingo à tarde. Óculos grandes ajudam a não ouvir gracinhas sobre suas pernas, sobre seu caminhar, conseguia com um adereço se isolar do mundo, e se deslocava daquela realidade. A alma suada logo a arrastou para o mundo visível. Tenta não perder de vista o fim, esquecendo-se dos meios olhando pra si mesma como um veículo, movido a energia solar, a fim de se manifestar.

 

calçada-geometrica

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