Um carinho sem sorrir

No período que vai de muito antes até hoje, seria pura precipitação se você pudesse terminar ouvindo  palavras de beleza. Zela por sua escassez e as coisas duras precisam do (bom) para  resgatarmos nosso brilho de alma. Transparência e suscetibilidade são maiores do que ela jamais conseguirá se distanciar das demais. São ensinamentos de que tudo é encantador e que as originais infecções não passam de agito memorial. Segue tocando sua vida ou a perder noites ou a perder dias. Não agir é a melhor ação. O valor da discrição e da imobilidade maior insinua uma ainda incerta brutalidade, e os anseios  que querem ser amplamente realizados neste vasto espectro jamais, nunquinha, serão importantes. Esse emaranhado de conversas em um mundo inteiro imensamente variado e complexo do ângulo tenso em que participa diariamente, a fez particularmente intensa e de suas obrigações fora aos poucos se desenganando. A ideia, partida do espetáculo Particularmente Vulnerável, que não é boba nem nada, das nossas mentes que voam longe…  que me é caro com todos os ingredientes (acordando cedo), mas não (cedo) o bastante. Volto para o bolero (só  faz lembrar de tudo o que não deveria ser lembrado).

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