Simplista

O coração conceitual está em minha mente, chamo-lhe abstrato. O que você não é mais. Você e eu? O conto deste puta sangue vai um pouco assim: parcos rituais de arte ruim e falha…O que mais posso dizer? Se eu tivesse a chance de falar com alguém, falaria sobre a vida dele e, em seguida, falaria sobre as minhas ideias.

Estou trabalhando nisso e no alto na loucura acontecem as falhas combinadas…  Eles podem se conectar e se tornar tudo, tudo o que um dia foi rasgado e assim ficou em sua vida. Mas venha comigo hoje, eu quero lhe mostrar uma coisa do meu mundo e vamos conversar sobre  como fica o gosto ruim na boca nesses dias, parece não ter fim. Já se sabe, para ser algo aqui é bom ser inadequado. Encontrar o mútuo coordenar de momentos de clareza são tão raros que até assusta quando acontece. A vista é feroz  e tudo o que importa agora é quem está aberto a ser. E quem coagulou?  E quem fechou as chances? 

Mostre-me as necessidades que tem! Deseja sincronizar os sentimentos com o os que têm compaixão, um pequeno exercício libidinoso…  a faz sentir a sua dor, como ordenhar uma pedra (milking a stone) para levá-la a dizer tudo o que for preciso.

Um último hit and roll, domar os demônios.

 

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Stacy Kranitz, From series Don’t Drop the Potato

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